Entrevistamos nossos clientes e parceiros da clínica FH360 para entender como as soluções da Kinology colaboraram para a retenção dos pacientes. Leia a seguir:
1. Antes da Kinology, qual era o maior impedimento para o crescimento da clínica?
Nosso maior impedimento não era a falta de técnica ou de profissionais qualificados, mas a dificuldade em materializar e comprovar a evolução do paciente de forma objetiva. Nosso modelo de negócio é baseado na gestão de saúde a longo prazo, e sem dados concretos, a percepção de progresso do paciente era puramente subjetiva. Isso criava um risco constante de “vale de desilusão”, onde o paciente, mesmo melhorando, não conseguia quantificar o avanço e questionava a continuidade do investimento, impactando diretamente a retenção e o LTV.
2. Como eram definidos os protocolos de tratamento?
Os protocolos eram bem-intencionados e baseados na vasta experiência clínica de nosso time. No entanto, dependiam excessivamente do feedback sensorial e da interpretação individual do profissional. Faltava um padrão numérico que trouxesse previsibilidade e consistência à jornada. Isso dificultava a coordenação de serviços pois cada profissional aplicava sua expertise sem uma “linguagem” comum e objetiva para medir os resultados.
3. Onde vocês sentiam que o faturamento “escapava” pelas mãos?
O faturamento escapava na quebra da constância. A venda inicial (conversão) nunca foi nosso maior gargalo. O desafio era sustentar a jornada do paciente para além do alívio dos sintomas iniciais. Sem dados que comprovassem a evolução em outras áreas da vida (força, funcionalidade, energia), o paciente tendia a abandonar o plano ao se sentir “bem o suficiente”, interrompendo o trabalho de médio e longo prazo. Perdíamos na manutenção e na expansão do LTV, que é o verdadeiro motor do nosso modelo de negócio.
4. O que motivou a decisão de unir a análise de dados e a força do Track Force neste momento?
A decisão foi um movimento estratégico para solidificar nosso posicionamento. Vendemos gestão de saúde, não sessões avulsas. Para fazer jus a essa promessa, precisávamos sair da “percepção de valor” para a “comprovação de valor”. A Kinology, com a análise de dados e a materialização da força através do Track Force, foi a peça que faltava para fechar esse ciclo. A motivação foi transformar nosso discurso em uma realidade mensurável, fortalecendo a confiança do paciente e a sustentabilidade do negócio.
5. Como a integração dos indicadores mudou o dia a dia da equipe?
A integração promoveu uma mudança de identidade no nosso time: de técnicos a gestores de saúde. Com dados objetivos em mãos, nossos profissionais passaram a tomar decisões mais assertivas e a comunicar o progresso de forma irrefutável. A conversa deixou de ser “eu acho que você melhorou” para se tornar “nós aumentamos sua capacidade de produção de força em 22%, e é por isso que você consegue carregar seu filho sem dor”. Isso alinhou toda a equipe sob uma mesma lógica e aumentou a segurança na defesa do valor do nosso trabalho.
6. Como o uso do dinamômetro de tração transformou a avaliação?
O dinamômetro transformou o abstrato em concreto. Ele se tornou a principal ferramenta para materializar um dos benefícios mais importantes que entregamos: o ganho de energia para a vida real. A avaliação deixou de ser apenas sobre dor ou mobilidade e passou a ser sobre capacidade funcional. Isso elevou a percepção de autoridade do profissional a um novo patamar. Não é mais uma opinião; é um fato. Essa autoridade, baseada em dados, é o que ancora a confiança do paciente no processo de longo prazo.
7. Quanto tempo após implementar a metodologia vocês notaram o salto no faturamento?
O primeiro impacto não foi direto no faturamento, mas no engajamento e na confiança do paciente. Isso se refletiu financeiramente no primeiro ciclo de renovação de planos, entre 3 e 6 meses após a implementação completa. O salto no faturamento foi uma consequência direta da melhora na retenção. Pacientes que antes hesitavam em renovar passaram a ver a continuidade como um passo lógico em sua jornada de saúde gerenciada.
8. Podemos dizer que o aumento de X% no faturamento está ligado à maior confiança do paciente nos dados?
Com certeza. O faturamento não aumentou porque estamos vendendo “mais caro”, mas porque estamos vendendo “melhor” e por “mais tempo”. A confiança gerada pelos dados do Track Force ancora a decisão de continuidade do paciente. Quando um cliente vê um gráfico mostrando sua evolução de força, ele entende que não está apenas “pagando por sessões”, mas investindo em sua capacidade funcional para a vida. Esse é o argumento que justifica planos mais longos e um LTV maior.
9. Além do faturamento, houve melhora em outros indicadores?
Sim, e esses foram os resultados mais importantes para a sustentabilidade do nosso negócio:
Taxa de Conversão de Planos: Melhorou, pois nosso discurso de vendas se tornou mais poderoso. Vendemos uma jornada gerenciada e mensurável, não uma promessa vaga.
Retenção (LTV): Este foi o principal indicador transformado. A metodologia Kinology nos deu as ferramentas para comprovar o valor contínuo, transformando planos de 3 meses em relacionamentos de 12, 24 meses ou mais. Construímos jornadas mais longas e sustentáveis, que é o pilar central da FH360.


